Ao começarmos a criar uma landing page ou aumentar resultados de uma já existente, frequentemente nos deparamos com dezenas de números, gráficos e relatórios que podem confundir até mesmo quem tem experiência no digital. Pode assustar, de fato. Mas, ao longo de nossa experiência com milhares de páginas e clientes no GreatPages, descobrimos um caminho mais claro: focar em poucas métricas-chave transforma a rotina de análise e torna o crescimento algo prático e real. O segredo não está na quantidade de dados, mas sim em medir aquilo que realmente impacta o resultado, semana após semana.
Quando ignoramos números e passamos a decidir apenas por intuição, inevitavelmente desperdiçamos dinheiro e oportunidades. Só acompanhando relatórios e tendências conseguimos detectar falhas, identificar padrões de horários e canais, descobrir gargalos de layout ou problemas em versões mobile e desktop. Inclusive, ajustando e agindo sobre essas descobertas, já vimos páginas saltarem de 12% para 28% de conversão, apenas simplificando a oferta ou arrumando detalhes em formulário. Regularmente, transformar visitantes em clientes fica muito mais simples quando conhecemos nosso desempenho de perto.
Menos suposição, mais ação baseada em fatos.
Por que acompanhar métricas faz tanta diferença?
Métricas são o contrário da especulação. Com elas, conseguimos detectar em quais etapas os visitantes desistem, onde o design falha, se o conteúdo prende atenção, se o tempo de carregamento está bom, se o público que acessa é o ideal e de qual canal realmente vale a pena investir. Monitorando esses indicadores, fugimos das decisões baseadas em achismos – aquelas que mais prejudicam campanhas e levam ao desperdício de verba.
Outra vantagem clara de olhar dados: conseguimos descobrir padrões semanais e mensais. Por exemplo, pode ser que nosso público engaje melhor nas segundas e terças, ou que usuários de mobile estejam abandonando por dificuldade de navegação. Uma vez identificado o problema, corrigir com pequenos ajustes já traz resultados palpáveis em poucos dias.
As 7 métricas de landing page que mudam suas conversões
São muitas opções de dados, mas sete métricas separam as páginas medianas das que performam de verdade:
- Taxa de conversão
- Origem do tráfego
- Tempo de permanência
- Taxa de rejeição
- Leads qualificados
- Mapa de calor
- Performance por dispositivo
Cada uma delas revela pontos decisivos para a tomada de decisão. Vamos detalhar como interpretá-las e ajustar sua página a cada semana, tornando o processo mais humano e menos técnico do que parece à primeira vista.
Taxa de conversão: a estrela principal
A taxa de conversão é o reflexo direto da eficiência da sua página. Ela mostra quantos visitantes realmente realizaram a ação desejada – seja cadastro, compra ou outro objetivo-chave.
Taxas acima de 20% normalmente indicam que estamos no caminho certo, enquanto valores abaixo de 10% são alertas claros de que algo precisa ser ajustado urgentemente.
Esse indicador é sensível a diversos fatores: texto, layout, oferta, quantidade de campos no formulário, presença de provas sociais, carregamento da página. Por exemplo, em um caso recente, reduzimos um formulário de 10 para 4 campos e a conversão subiu 30% em poucos dias. Simples assim. Já ao inserir depoimentos de clientes verdadeiros próximos ao botão principal, vimos um aumento de até 20% em outro cenário.
Origem do tráfego: onde o visitante descobre sua oferta
Essa métrica indica de onde seus visitantes estão vindo: redes sociais, anúncio pago, e-mail marketing, busca orgânica, entre outros. Saber quais canais entregam o melhor público permite investir melhor o orçamento e ajustar campanhas rapidamente.
Exemplo prático: Se 80% do tráfego qualificado vem do e-mail marketing, é sinal de que pode valer a pena expandir essa estratégia ou usar técnicas avançadas de segmentação nesses envios. Já se o tráfego pago traz muitos visitantes, mas poucos convertem, talvez seja necessário ajustar segmentação ou a própria promessa do anúncio.
Tempo de permanência: interesse e envolvimento
Quanto tempo, em média, o visitante passa na sua landing page revela se o conteúdo está conseguindo prender atenção.
Tempo médio menor que 30 segundos? Muito provavelmente as pessoas não estão encontrando valor ou o conteúdo está mal apresentado. Agora, médias acima de 2 minutos demonstram envolvimento, ainda mais em páginas com vídeos, depoimentos e ofertas mais complexas.
Acompanhamos dezenas de casos, principalmente aqui no GreatBlog, onde pequenas mudanças nos primeiros parágrafos do texto já elevaram consideravelmente o tempo na página e, logo em seguida, as conversões.

Taxa de rejeição: visitantes que desistem antes do fim
Quando muitos visitantes saem logo ao acessar a página, temos um alerta. A taxa de rejeição indica isso.
Taxas acima de 50% pedem atenção imediata.
E quais são os vilões comuns? Textos longos e confusos, layout poluído, falta de destaque em benefícios, lentidão no carregamento, incompatibilidade mobile. Já vimos casos em que ajustar o CTA para um botão mais visível, ou inserir uma frase de benefício logo no início, fez essa taxa cair da casa dos 60% para menos de 40% rapidamente.
Vale lembrar o impacto do carregamento: aqui no GreatPages, com carregamento em menos de 500ms, percebemos uma redução considerável da rejeição, já que poucos desistem antes da página abrir de fato.
Leads qualificados: filtro além do número bruto
Leads qualificados são diferentes de simples contatos: representam aqueles que realmente têm chance de virar cliente.
Medir apenas a quantidade bruta de leads pode mascarar a real performance da página. Por isso, sempre sugerimos olhar os campos de perfil preenchidos, o contexto da origem e a interação posterior. Em um caso, identificamos que 80% dos contatos captados de um canal específico não atendiam os requisitos mínimos para o serviço ofertado, apenas poluindo o funil de vendas e gerando trabalho extra. Ajustando a comunicação e critérios do formulário, a qualidade do lead subiu e os resultados também.
Mapa de calor: onde o visitante realmente clica e navega
Mapas de calor permitem visualizar onde os visitantes clicam, quanto descem a página e em quais áreas concentram sua atenção (mesmo que só passem o mouse).
Já testemunhamos frequentemente: partes super importantes da oferta totalmente ignoradas, enquanto áreas sem nenhuma função recebiam a maior parte dos cliques. Isso indica necessidade de reorganizar elementos, tornar CTAs mais visíveis ou 'encurtar' o caminho até a ação desejada.
Outra análise interessante é descobrir se as pessoas sequer enxergam as provas sociais (depoimentos, selos, vídeos). E falando em provas sociais…

Performance por dispositivo: desktop x mobile e o impacto do design
Não existe mais campanha que ignore o mobile. Não medir a performance separada entre dispositivos é um dos maiores erros que vemos no atendimento ao cliente. Muitas vezes, taxas de conversão excelentes em desktop escondem resultados tristes no celular, geralmente por má adaptação visual, botões muito pequenos, formulários difíceis ou carregamento demorado.
Em casos recentes, ao ajustar o espaçamento e simplificar menus no mobile, vimos quedas drásticas nas rejeições e aumentos de mais de 25% na conversão só neste segmento.
Interpretando tendências, identificando gargalos e testando melhorias
Olhar os números é só o começo. O segredo está em saber como interpretar e agir. Veja alguns exemplos práticos de gargalos e como resolvemos nos últimos meses:
- Rejeição alta em celulares? Reveja design e remova elementos 'pesados' ou que dificultam o toque.
- Formulários longos? Cada campo extra pode fazer o lead desistir. Ao cortar formulários de 10 para 4 campos, já registramos aumento de 30% nas conversões (mais detalhes neste guia).
- Clique intenso em áreas sem função (revelado pelos mapas de calor)? Adicione botões, links ou informações relevantes ali.
- Tempo médio abaixo de 30 segundos? Ajuste a promessa, use frases diretas e crie um destaque visual logo de início.
Outro fator que faz toda diferença: a posição das provas sociais. Depoimentos próximos ao CTA ou vídeos curtos explicando vantagens podem elevar conversão até 20%. Faz muita diferença espalhar depoimentos pela página, não concentrando em só um lugar, conforme vimos em dezenas de análises no GreatBlog.
A importância das ferramentas de análise e relatórios claros
No nosso dia a dia, percebemos que a escolha das ferramentas faz toda a diferença. Soluções com relatórios em português, claros e com integração simples de dados poupam tempo e reduzem erros. O GreatPages se destaca nesse ponto: relatórios precisos, customizáveis, dashboards fáceis de entender e exportações completas, ao contrário de plataformas menos transparentes e cheias de painéis confusos.
O carregamento ultrarrápido do GreatPages também se prova determinante: menos tempo esperando significa mais gente realmente vendo sua oferta.
Esses detalhes garantem que voluntários, infoprodutores e agências usem relatórios reais para embasar reuniões, relatórios para campanhas e tomadas de decisão semanais.
Testes A/B: o caminho para a melhora contínua
Grande parte das melhorias só acontece porque testamos alternativas. Ferramentas que permitem testes A/B de landing pages facilitam comparar variantes de títulos, cores, provas sociais, propostas na oferta e até de layout.
Plataformas como o GreatPages oferecem painéis visuais, mostrando claramente qual versão gera mais conversão. Isso acelera decisões, evita achismos e mostra o potencial de evolução rápida, como mostramos neste artigo completo sobre testes A/B.
Pontos pouco lembrados que fazem diferença
No nosso acompanhamento de páginas, identificamos práticas simples que elevam os resultados e quase sempre são esquecidas:
- Comparar relatórios semanais e mensais para descobrir mudanças de comportamento ou sazonalidade.
- Analisar o caminho percorrido pelo visitante até o abandono, vendo onde surgem distrações ou “pontos de fuga”.
- Cruzar dados dos relatórios com feedbacks do atendimento por chat e suporte, buscando padrões de dúvidas e objeções.
Essas ações complementam o monitoramento das sete métricas-chave e revelam oportunidades escondidas, além de antecipar possíveis problemas antes que prejudiquem resultados grandes.
Quem quiser aprofundar na escolha das melhores métricas, vale ler também este guia sobre monitoramento de sucesso em landing pages.
Roteiro semanal prático para análise de métricas
Para tornar tudo aplicável, sugerimos um roteiro simples:
- Escolha uma métrica principal como foco da semana.
- Olhe relatórios diários e busque padrões (exemplo: queda na conversão em determinado horário ou canal).
- Identifique pelo menos um gargalo (área de abandono, leads desqualificados, formulário extenso).
- Teste UMA mudança de cada vez (exemplo: reposicione depoimentos ou ajuste texto do botão principal).
- Meça os resultados após três a cinco dias. Veja se a métrica-chave melhorou.
- Repita o processo e registre os aprendizados – anotando tanto ganhos quanto testes que não funcionaram.
Dedique apenas 15 minutos semanais. O progresso virá de forma constante.
Não existe fórmula mágica. É a rotina de olhar, ajustar e documentar ganhos que dará estabilidade ao crescimento – além, é claro, do uso de plataformas comprovadamente ágeis em relatórios e carregamento, como o GreatPages.
Dicas para ampliar resultados de forma estável
Resultados expressivos são fruto de pequenos ajustes frequentes, sempre guiados por dados.
Evite mudar tudo de uma vez, pois isso dificulta saber qual mudança gerou melhorias. O ideal é ajustar e medir um elemento por vez, priorizando aquelas métricas que mostram maior impacto naquela semana. Lembre-se: as decisões do mês passado podem não se aplicar para o comportamento do visitante de hoje. Por isso, mantenha sempre a rotina semanal de acompanhamento.
Outro ponto fundamental é não depender de sistemas externos, difíceis de integrar ou que entregam relatórios apenas em inglês ou sem exportação fácil. Soluções como o próprio GreatPages vão muito além, trazendo clareza até para quem não é especialista em análise de dados.
Aprenda mais sobre como aumentar suas taxas de conversão com CRO acessando nosso artigo sobre como melhorar a taxa de conversão e também vale conferir estas dicas sobre formar páginas que carregam mais rápido.
Conclusão
O caminho para resultados acima da média está na rotina: medir, ajustar o que importa, anotar aprendizados e focar. Não espere por soluções milagrosas nem busque dezenas de números que você não vai acompanhar. Escolha as sete métricas apresentadas, dedique 15 minutos por semana para comparar relatórios, sempre teste uma alternativa, valorize provas sociais e simplifique a jornada do cliente.
A partir de hoje, inicie o acompanhamento das métricas da sua landing page! Use ferramentas desenhadas para simplificar sua vida, como o GreatPages, que já entrega relatórios diretos em português, testes A/B e IA para sugestões de melhorias. Só há evolução para quem pratica, toma decisões baseadas nos dados verdadeiros e mantém constância. Faça seu cadastro gratuito agora mesmo, experimente nossos relatórios e veja na prática como transformar seus visitantes em clientes.
Conheça também o portal Analisando Ferramentas para aprofundar seus conhecimentos no universo das páginas de alta performance, evolução constante e resultados acima do padrão.
Perguntas frequentes sobre landing pages e métricas
O que são métricas de landing page?
Métricas de landing page são indicadores que mostram como os visitantes interagem com sua página e medem o quão eficiente ela é em transformar visitantes em leads ou clientes. Exemplos: taxa de conversão, taxa de rejeição, tempo de permanência, origem do tráfego, performance por dispositivo, leads qualificados e mapas de calor. Acompanhar esses dados revela onde estão os pontos fortes, gargalos e oportunidades de evolução da sua estratégia digital.
Quais métricas aumentam conversão na landing page?
As métricas mais influentes para crescer a conversão são:
- Taxa de conversão (quantos visitantes fizeram a ação principal desejada)
- Taxa de rejeição (quantos abandonam rapidamente a página)
- Tempo de permanência (quanto tempo o visitante fica na página)
- Origem do tráfego (de onde as pessoas estão vindo e qual canal converte mais)
- Leads qualificados (quantidade e qualidade dos leads captados)
- Mapa de calor (mostra onde o usuário clica e foca sua atenção)
- Performance por dispositivo (compara resultados entre desktop e mobile)
Como medir a taxa de conversão?
Para medir a taxa de conversão de uma landing page, divida o número de pessoas que realizaram a ação desejada (como preencher o formulário ou fazer uma compra) pelo número total de visitantes, depois multiplique por 100. Exemplo prático: se 250 visitantes acessaram sua página e 50 realizaram a ação, a taxa de conversão é (50 ÷ 250) x 100 = 20%. Ferramentas como o GreatPages já mostram essa métrica destacada nos relatórios.
Por que o tempo de permanência importa?
O tempo de permanência mostra quanto tempo, em média, o visitante ficou na sua landing page. Se esse tempo é muito baixo (menos de 30 segundos), indica desinteresse ou dificuldade de entendimento, enquanto médias acima de 2 minutos demonstram envolvimento e maior chance de conversão. Ajustes no texto, na proposta e inserção de vídeos curtos podem ajudar a aumentar esse indicador e, consequentemente, os resultados.
Como melhorar a taxa de rejeição?
Para melhorar a taxa de rejeição:
- Deixe a principal promessa já visível nos primeiros segundos da página
- Simplifique layout e use textos claros
- Garanta carregamento rápido (até 500ms, como no GreatPages)
- Adapte o design para mobile e desktop
- Posicione depoimentos e provas sociais nos pontos mais vistos
- Faça testes A/B para validar mudanças
